domingo, 11 de maio de 2008

Intervalo laboral



Vá lá, vá lá... não queimem os neurónios! Aqui fica uma pausa do outro mundo!

Claro que esta pausa é sugerida porque a Bruxa SABE que estão todos a trabalhar imenso e que já há montanhas de páginas de biografias e contextos históricos...

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Mais uma iniciativa...



No esforço continuado de travar a desgraça deste planeta que habitamos, a Quercus lançou mais uma campanha, que todos podemos ajudar a tornar possível.

Sabem que Portugal é o maior produtor mundial de cortiça, certo? Sabem que as rolhas são feitas da dita matéria, certo? E sabem certamente que a maior parte das rolhas, uma vez usada, vai parar ao lixo.

Ora a cortiça das rolhas é reutilizável. Não em vedantes para líquidos alimentares, mas sob formas variadas que, por exemplo, podem incluir placas de isolamento acústico para os pavilhões lá da escola, ali para os lados da Amoreira.

Calculo que muitos de vocês não bebam vinho mas, com grande probabilidade, alguém lá em casa o faz. Por isso, façam lá a gentileza de reunir as ditas, supra-citadas rolhas e, a partir de 5 de Junho, podem depositá-las nos "rolhões" (será que se vão chamar assim?) no(s) Continente(s).

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Vamos correr/andar por uma causa?

Aproxima-se o dia da 13ª Corrida Terry Fox em Portugal: é no sábado, dia 17 de Maio. Têm aqui toda a informação. E aqui. A Bruxa renova o convite e, mais perto, voltarei a avisá-los. Quem quer vir?

Para os aprendizes da margem Sul...



Sempre a pensar nos vossos interesses e no prosseguimento da bruxal estratégia de divulgar trabalho de ex-aprendizes (mesmo que não da escola ali para os lados da Amoreira) aqui fica uma fonte de informação. Tem muita coisa e pode ajudar-vos a utilizar com proveito e gosto o vosso tempo disponível.

terça-feira, 6 de maio de 2008

A pouco e pouco...

... irão surgindo neste espaço mais textos complementares para o vosso trabalho. Mantenham-se atentos!
Mas a Bruxa promete continuar a publicar aqui algumas pequenas diversões para manter a alegria no trabalho e as mentes despertas...
Na aula desta semana, a Bruxa espera que os aprendizes levem consigo as fotocópias que já todos têm: vamos discuti-las e organizá-las. Desta vez, não precisam de tecnologia: o velho lápis é suficiente.

A evolução do teatro

Tal como nos restantes géneros literários, também no teatro contemporâneo português se verificam desenvolvimentos paralelos de tendências realistas e de movimentos e experiências de vanguarda. Alguns autores ligados ao decadentismo e ao simbolismo fizeram experiências dramatúrgicas que podem ser inseridas nessas correntes, como D. João da Câmara e António Patrício.
De uma forma geral, sob o Estado Novo, as condições não eram as mais favoráveis ao teatro. No que toca à representação, o teatro português era dominado pela companhia Reis Colaço-Robles Monteiro, que seguia uma linha clássica. Para além deste e do teatro de revista, havia poucas possibilidades de pôr em cena teatro de tendências alternativas. A partir dos anos 50, no entanto, surgiram vários agrupamentos, como o Teatro Experimental do Porto (1953, dirigido por António Pedro), o Teatro-Estúdio do Salitre, o Teatro Experimental de Cascais (1965), o Teatro-Estúdio de Lisboa (1964), Os Bonecreiros (1971), a Comuna (1971), a Cornucópia (1973) e a Seiva Trupe (1973). Estas companhias, algumas de duração efémera por dificuldades de sobrevivência sem apoios institucionais, introduziram alguns elementos próprios da expressão teatral não tradicional, que se desenvolviam já na Europa, como o teatro do absurdo, a criação colectiva, o recurso à expressão corporal de forma não realista.
Quanto à criação do teatro enquanto texto literário, registam-se autores que se distinguiam também em outros géneros, como Natália Correia, Jorge de Sena, José Cardoso Pires e José Régio. Afirmaram-se nomes especificamente ligados a este género, como Luiz Francisco Rebello e Romeu Correia (este ligado a uma tradição de realismo social e popular). As formas teatrais de vanguarda serviram também um teatro de intenção interventora, com expressão na obra de Bernardo Santareno (O Judeu, 1966) e Luís de Sttau Monteiro (Felizmente há Luar!, 1961), fortemente influenciada pelo teatro épico de Bertold Brecht.
O período que precede de perto o 25 de Abril e os anos que se lhe seguiram abriiu a possibilidade de representação de muitos autores estrangeiros até então proibidos e também de portugueses, como Bernardo Santareno. Muitas das companhias de teatro independente envolveram-se nas campanhas de dinamização cultural, apostando num teatro de intervenção e forte ligação às massas populares. Recentemente, alguns romancistas têm-se dedicado também ao género dramático; entre eles contam-se Mário Cláudio, Luisa Costa Gomes e José Saramago.

Este texto foi returado de http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/epocas?tipo=1&p=4#T16

Aprendizes!



Façam o distintíssimo favor de se atirarem à biografia do Lúcifer da Temporada: já têm material q.b. (a seu tempo entregar-vos-ei mais) e basta saberem ler para poderem trabalhar aquele material. Não há grandes explicações a dar.
Se precisarem de alguma ajuda, estou à vossa disposição: vou estar a "teclar" o dia todo.